Sexta Feira, 13
Geral July 13th, 2007Hoje, sexta feira, 13 de Julho de 2007. Como você bem deve ter notado, é uma sexta feita 13. Ficou com medo? Por quê? Ah, sim! Hoje é dia de azar. E não podemos esquecer também da série de filmes “Sexta Feira 13″, onde Jason, um serial-killer mascarado matava todo mundo e não morria nunca … Mas você sabe como começou essa história? Pois bem, aqui estão algumas possíveis explicações:
Na mitologia nórdica encontramos uma lenda sobre isso. Odin, chefe de uma tribo asiática, estabeleceu na Escandinávia seu reino. Para administrá-lo, celebrar os rituais religiosos e predizer o futuro, Odin teria escolhido doze sábios, reunindo-os em um banquete no Valhalla, morada dos deuses. Loki, o deus do fogo, apareceu sem ser convidado e armou uma grande confusão. Como invejava a beleza radiante de Balder, deus do Sol e filho de Odin, fez com que Hodur, o deus cego, o assassinasse por engano. Daí veio a crendice de que 13 pessoas reunidas para um jantar é desgraça certa . Essa lenda é semelhante, ao episódio da Ultima Ceia de Cristo.
Segundo alguns relatos, participaram dessa ceia sagrada os doze apóstolos e Cristo, num total de 13 pessoas. Também aí o final foi infeliz: a crucificação e morte de Cristo, numa sexta-feira. E mais. Na antiga numeração hebraica, os números eram representados por letras. A letra que indicava a quantidade treze era a mesma usada para a palavra morte.
Fonte: Curiosidades da Matemática

Quando o amor acaba
Geral July 12th, 2007Até algum tempo atrás eu ainda acreditava em contos de fadas e no velho “e viveram felizes para sempre”. Hoje ainda acredito ser possível, mas isso é para poucos. Na vida, muitas vezes gostamos de uma pessoa com todas as nossas forças, mas aos poucos esse amor vai se esfriando, se apagando, até se tornar uma amizade ou simples comodidade. O culpado disso? Não, não é nem um nem outro. Faz parte da vida, só isso. Vários fatores colaboram: o tempo, a rotina, a convivência, enfim, a vida em si.
Chega então o dia em que o homem ou a mulher (quando não os dois) sente apenas um carinho pela outra pessoa, e não mais aquele fogo, aquela paixão arrebatadora. Fica o carinho e o respeito. A partir desse momento, essa pessoa começa a sentir o irreversível desejo de se apaixonar novamente. De sentir um frio na barriga, de suar frio, de tremer quando se aproxima da pessoa desejada.
Na minha opinião, todos temos o direito de sermos felizes, de estar com uma pessoa que gostamos e que nos traz a alegria de viver. Se um amor chegou ao fim, cabe aos dois seguirem suas vidas, cada um para o seu lado, e começarem a jornada em busca da felicidade. Nunca é tarde para encontrar o amor. Pode-se achá-lo desde a mais tenra idade ou até mesmo depois dos 60. E por quê não? Por que se privar da felicidade? Sempre é tempo de recomeçar, e a vida dos dá todas as oportunidades de pegar o passado, espremê-lo, tirar-lhe todas as situações de aprendizado e seguir em frente, de cabeça erguida em busca daquilo que queremos.

Lei da atração
Geral July 11th, 2007Eu já tinha ouvido falar sobre a lei da atração há algum tempo. Bem antes de sair o filme O Segredo. Com o lançamento do filme a coisa se popularizou e cada vez mais pessoas tomam conhecimento do que é a chamada “Lei da Atração”.
Em termos gerais, a lei da atração diz que o nosso pensamento é que atrai as mais diversas situações para a nossa vida. Ao pensarmos que uma coisa vai dar errado, ela tende a dar errado; ao passo que o pensamento positivo também atrai consequências positivas. Semelhante atrai semelhante. É o inverso do magnetismo, onde o positivo atrai o negativo e repele o positivo. Aqui, positivo atrai positivo, negativo atrai positivo. Ou seja, é o nosso pensamento que determina o rumo que a nossa vida vai tomar, quais situações serão “atraídas” para nós, por nós mesmos.
E realmente, a lei da atração existe mesmo. Não é ficção ou mesmo invenção. Partindo do princípio que tudo no universo é energia e os nossos pensamentos são energia pura e simplesmente, quando pensamos estamos movimentando as energias existentes no mundo e mesclando com as que emanamos.

O que fizeram com o amor?
Pessoal July 9th, 2007Quando sentei para começar a escrever este artigo, eu tinha em mente o que escrever, mas não sabia qual o sentimento que toma conta de mim quando penso nesse assunto. Não sei se fico revoltado, triste, desesperançoso, não sei. Não sabia e continuo sem saber. Isso porque vou falar de um sentimento que, para mim, é um dos principais sentimentos do ser humano, aquele que rege a sua vida e as suas atitudes. No caso, não vou falar dele, mas sim da falta dele.
Eu sou uma pessoa, por natureza, muito carente. Quando não estou namorando alguém é muito provável que eu me sinta depressivo, carente e sozinho. Isso já faz parte de mim e eu cansei de lutar contra. Já me disseram para sair, fazer festa, beber. E eu fiz. Por pouco tempo, mas fiz. E vi que aquilo ia contra a minha natureza. Então resolvi parar. Se o meu programa favorito no sábado à noite é ficar em casa lendo um livro, isso significa que é assim que eu sou. Não sou contra sair, até gosto, mas de vez em quando. Resolvi então me assumir (não, mãe, não virei homossexual), me aceitar como eu sei e fazer as coisas que eu gosto, do jeito que eu gosto.
Toda essa volta foi simplesmente pra falar que eu gosto de estar com alguém, prefiro ter uma única pessoa ao meu lado escrevendo uma linda história de amor (eu sei que isso só existe no cinema, mas enfim…) do que estar “pegando” várias e não ter nada sério com nenhuma.

Estava colocando os feeds em dia, e através de um e outro, cheguei ao post da Janaína, onde ela fala sobre o preconceito às pessoas acima do peso, ou ditas, gordas. Mas se vocês acham que só pessoas acima do peso é que ouvem gracinhas, estão bem enganados. Os magrinhos também escutam, e não é pouco.
Acho que o assunto de preconceito e resistência aos que diferem do “socialmente” correto já foi bastante debatido, minha única intenção aqui é mostrar que a maioria de nós sofremos com preconceito, seja de uma forma ou de outra. Vou narrar dois fatos que ficaram bem vivos na minha memória. Eu normalmente faço questão de esquecer esse tipo de coisa, mas um deles ficou bem impregnado na minha cabeça, o outro eu lembro “mais ou menos”. De qualquer forma, vamos a eles:
Eu era adolescente ainda, deveria ter uns 14 ou 15 anos, talvez um pouco menos, não lembro ao certo. Estava no colégio e alguns colegas resolveram me aprontar uma: chegaram para uma das gurias mais bonitas da sala e disseram que eu estava interessado nela e que queria ficar com ela. Aqui abro um parêntese, que mesmo ela sendo bonita eu não sentia a mínima vontade de ter alguma relação com ela. Eu só fui descobrir que tinham falado isso pra essa guria quando passei por ela e ela fez o seguinte comentário: “Nunca que eu ia ficar com esse seco!”. Mesmo não sabendo de nada, me senti mal com o comentário, afinal, sempre achei que eu era muito mais do que o meu corpo aparenta. Depois, mais tarde, é que descobri o que tinham feito e entendi o comentário. Ainda assim, a guria poderia ter falado apenas que não queria, mas, enfim …
Magros também sofrem na praia. Experimente você, sendo bem magro e bem branco, colocar uma bermuda e sair para “desfilar” à beira-mar. Para fazer isso a melhor coisa é ir com um fone no ouvido escutando uma música bem alta, para não ter que ouvir nenhuma gracinha. Magro, branco e de óculos. Ninguém merece.
Lembro também quando eu era bem novo, devia estar na sétima série, e que um determinado programa infantil tinha uma música que se chamava “A dança das caveiras” ou coisa parecida. A letra dizia algo assim: “Quando o relógio bate à uma, todas as caveiras saem da tumba” … e assim prosseguia pelas doze horas do relógio. O que me vem à memória é um punhado de colegas dançando e cantando a tal música, todos me olhando e rindo com cara de deboche.
Bem, eu sei que essas coisas não são tão graves quanto a outras já relatadas, e até porque na maioria, foram todas feitas por “crianças”, enquanto outras feitas a pessoas gordas, deficientes ou homossexuais são muito piores. Mas isso não quer dizer que não tenha sido ruim e boa parte dos complexos e medos que ainda tenho hoje é fruto de tantas e tantas “brincadeiras de crianças” que foram feitas comigo há algum tempo atrás.
Como se vê, se uma forma ou outra, o ser humano é incapaz de respeitar o seu semelhante, apenas porque este não se encaixa no modelo criado pelas pessoas. E isso ocorre em todas as idades, com todas as pessoas.

Pegando carona no que o Janio falou (ainda que um pouco atrasado), hoje vou falar um pouco sobre o preconceito e a opção sexual de cada indivíduo. Digo opção sexual e não homossexualidade porque além da tal parada gay, estão querendo inventar uma parada hétero (veja mais aqui ). Pois bem, IMHO, não seria necessária nem uma parada gay, muito menos uma parada hétero. E por um motivo muito simples: gays, lésbicas e heteros são pessoas exatamente iguais a eu e você. Sim, iguais a nós! Nem tirar nem pôr. O que difere essas pessoas é simplesmente o tipo de atração que sentem por outras pessoas, uns gostam de pessoas do mesmo sexo, outras preferem o sexo oposto, enquanto algumas, mais liberais, gostam dos dois.
Pronto. Acabou. End of story. Period.
O que eu não consigo entender é essa vontade quase mortal do ser humano em definir, classificar tudo aquilo (ou aqueles) que sejam diferentes (ou mesmo iguais) dele mesmo. Por que, então, julgar e classificar as pessoas? Lembrando que todos nascem e morrem da mesma maneira, que todos são pessoas exatamente iguais, possuem as mesmas necessidades, os mesmos sentimentos, os mesmos receios, medos e alegrias. Por que fazer essa distinção baseado no que a pessoa deseja para si? Isso é problema dela, de mais ninguém.
