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As músicas, para mim, são uma grande fonte de inspiração. Versos e letras são colocadas em minha bagagem e andam comigo por onde quer que eu vá. Ultimamente uma música em especial não sai da minha cabeça. E toda vez que a escuto, um sinal dentro da minha cabeça começa a tocar. A música em questão é Unwritten, cantada por Natasha Bedingfield. E há uma parte em especial que me chama mais atenção:
Live your life with arms wide open
Today is where your book begins
The rest is still unwrittenViva sua vida de braços abertos
Hoje é o dia que seu livro começa
O resto ainda não foi escrito
É fácil entender o que isso quer dizer: a sua vida começa agora. Não se preocupe com o que já passou, o passado não volta mais e não há nada que se possa fazer. Preocupe-se em começar a escrever - ou viver - a sua vida hoje e preencher as páginas que ainda permanecem em branco com a melhor história possível de sua vida.
Eu já falei sobre isso em artigos anteriores, mas o fato desta música ficar martelando na minha cabeça foi o que me fez escrever sobre este assunto novamente.
Por vezes ficamos presos ao passado vivendo e respirando como se ainda estivéssemos lá, como se ainda pertencessemos àquela vida. E ao olhar para o nosso hoje ficamos assustados pois já não sabemos o que a nossa vida se tornou ou quais rumos tomar.
Cada vez que lembro daquela parte da música, me vem a certeza de que podemos fazer da nossa vida tudo aquilo que quisermos. Basta ter força de vontade e coragem para encarar os desafios. Para isso, só é preciso agir. Nada mais.
É comum reclamar da vida, dizer que não está boa e que queríamos que as coisas fossem diferentes. É fácil fazer isso. É fácil reclamar. Mas então por que não mudar? Por que não fazer as coisas da maneira que achamos que seja a certa para nós? Por que nos preocuparmos com o que os outros vão achar? Temos, sim, que fazer aquilo que nos faz bem, aquilo que nos traz alegria, que nos deixa felizes. A vida é feita de escolhas, desde o momento que acordamos até irmos nos deitar novamente, estamos fazendo escolhas o tempo inteiro. Desde a roupa que iremos vestir, o que iremos comer, que ônibus tomar, enfim, todo o nosso dia-a-dia é feito de escolhas.
Então, por que não escolher que rumo tomar? Por que não escolher mudar aquilo que está errado e começar a escrever um novo capítulo da nossa história? Por que não escrever um capítulo muito melhor e mais feliz?
Pode parecer um pouco difícil, mas com a prática tudo se torna mais fácil. Vencendo os medos do desconhecido nos libertamos de tantos obstáculos que é praticamente impossível precisar onde poderemos chegar, pois as possibilidades são simplesmente infinitas.
De brinde vai o vídeo desta Música. Com vocês, Natasha Bedingfield:
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October 1st, 2007 at 8:02
Esta música é meu hino, tem post dela no Oncotô, tem o vídeo dela no meu orkut. rsrs
A vida é isso, páginas inteiras a serem escritas.. e a minha já deu vários livros.. ê coisa boa.
Beijos kiridu, ótimo dia
October 1st, 2007 at 9:51
Erika,
E eu concordo contigo, a cada dia temos uma página inteirinha, só pra nós, para preenchermos como quisermos. Eu ainda não tenho muitos livros, mas espero que os meus próximos tenham histórias incríveis. Ao menos eu espero.
Essa música não sai da minha cabeça, fica ali martelando, martelando, martelando. E como acontece com qualquer blogueiro, vira post!
Beijão!
October 1st, 2007 at 12:56
Tem músicas que eu amo. Tem músicas que eu amo muito.
Por acaso ce já ouviu “Silent Lucidity” do Queensryche?
Musicão, viu?
Ela é cósmica. Tenho vários amigos blogueiros que viciaram. Se eu fosse vc, ouvia “Silent Lucidity”. Nada a ver com Mensagem Subliminar.
Mas olha, em todo caso, pare e ouça viu?
Silent Lucidity RULES!
PS: Esta musica *Unwritten* é bem bonita. Até q fica na cabeça mesmo, mas depois q eu acabei de ouvi-la, eu escutei “Silent Lucidity” e adivinha o q aconteceu?
“I’m smiling next to you - in silent lucidity!”
That’s it!
I recommend!
October 1st, 2007 at 13:20
Lady,
Beijão!
Já ouvi sim. Uma amiga muito querida me indicou essa música. Diz ela que coisas mágicas acontecem com quem escuta. È vero isso?
Por via das dúvidas, continuarei escutando.
October 1st, 2007 at 19:19
Tem músicas que falam muito realmente, concordo em viver a vida de braços abertos, como diz essa música, hoje é o dia que o seu livro começa, o passado serve como reflexão naquilo que não devemos fazer, em coisas ou situações que podemos evitar e absorver só o de bom, o bom amigo que tu conheceu, inúmeras situações boas que passamos e nos trazem uma certa bagagem, não cultivar mágoas, saber perder, é importante, e fazer da vida um lindo livro que nos dê orgulho quando deitarmos a cabeça no travesseiro saber que tudo que poderia ser feito foi feito e se não deu certo paciência a vida continua linda e bela, vamos recomeçar de forma diferente. Beijossss…
October 1st, 2007 at 22:00
Você escolheu uma coisa que eu amo: música! Eu adoro música e não consigo ficar parada sem ver ouvir música. Esta estrofe em especial diz algo muito significativo. Sabe o que nos paralisa? O medo, o receio, as opiniões… falei algo parecido no meu blog hoje. De vez em quando me pego viajando no passado, mas isto nada mais é que uma forma de matar as saudades de algo que se foi e não volta mais. Além disso, o passado para mim é passado. Eu vivo o presente como se este fosse o último dia da minha vida, mas há dias em que se torna difícil escrever páginas melhores. Boa semana e beijos!
October 2nd, 2007 at 0:27
Paty,
Eu concordo, acho que devemos fazer isso todos os dias. Ou ao menos tentar. Nem sempre é possível fazer, mas sempre é possível tentar.
Beijão!
Monalisa,
Eu ainda tenho alguns resquícios do passado. Algumas feridas ainda estão abertas e não cicatrizaram o suficiente. Mas confesso que estou lutando bravamente contra isso, e assim como a Paty falou, quero poder deitar a cabeça no travesseiro e ter certeza que fiz tudo ao meu alcance.
Beijão!
October 3rd, 2007 at 2:28
Olá Fábio:
Ouço as histórias de muitas pessoas que vivem na capital. Estão desempregadas, estão passando dificuldades, são profissionais capacitados, no entanto, ficam insistindo ai; não pensam por exemplo, e mudar de cidade, não pensam em sair do lugar onde viveram a última década. Estamos, sempre nessas dificeis encruzilhadas do “livre árbitrio”.
Mas, seria bom se colocassemos, em pauta: Mudar sempre, todas as manhãs.
October 9th, 2007 at 22:11
This video is no longer available…
October 9th, 2007 at 22:56
Janio,
Abração!
Thanks, man! Já arrumei o vídeo. Valeu mesmo!