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Quantos de nós já paramos para pensar que um dia nossa vida terá um fim? Assim como todos, o nosso destino está inexorávelmente fadado à passarmos pela experiência da desencarnação.
E quando este dia chegar, o que teremos feito de nossas vidas? Quantos sonhos teremos deixado morrer? Quantas pessoas terão passado por nossas vidas sem que lhes déssemos o devido valor?
Imagine-se agora em seu último dia de vida, no seu último minuto restante. Não há nada além da passagem entre a vida e a morte. Pense agora na sua vida, no que fez até agora, pense nos seus sonhos, nas suas atitudes. Lembre-se das vezes em que esteve bravo e xingando a todos à sua volta. Pense em quanto tempo gastou entre bebedeiras, cigarros e festas.
De que vale agora toda aquela raiva, aquela angústia? Pense em todas as coisas erradas, nas pessoas que magoou, nas pessoas que não perdoou.
Pense então naquilo que você vai levar para o outro lado. O seu conhecimento, as suas experiências. Tudo aquilo que estudou e aprendeu. As coisas boas que fez, pessoas que ajudou, sorrisos que distribuiu, a mão que estendeu.
Pensemos, então, em quais os momentos que realmente valeram a nossa estada na Terra: a reunião de família, com todos alegres e felizes ou a mesma família reunida discutindo por bobagens, brigando entre si?
O que quer dizer é que nunca realmente paramos para pensar em nossa morte, ou, no fim dos nossos dias. Na nossa cabeça somos imortais, mesmo sabendo que a morte chega para todos. E quando este dia chegar, seria maravilhoso afirmar que a nossa vida valeu a pena. Que não desperdiçamos o nosso tempo com brigas sem sentido ou com sentimentos inferiores, como a inveja e a raiva, nem tentando ostentar o que somos e o que temos.
Ainda temos a chance de realizar tudo aquilo que sonhamos, de fazer com que as nossas vidas sejam as melhores possível, dentro dos limites de cada um. Não esperemos pelo nosso leito de morte. Vamos viver o hoje, agora! Não vamos deixar a vida passar por nós, vamos aproveitar as oportunidades, a errar e aprender, sempre com alegria em nossos corações.
Assim, para que no dia de nossa partida, possamos encher o peito e dizer com franqueza: tudo valeu a pena.
(artigo publicado em 11 de Abril de 2006)
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September 15th, 2007 at 10:40
Jogue fora tudiruim… guarde e espalhe tudibom.. simples assim. Viver.
Beijo! Ótimo final de semana!
September 15th, 2007 at 11:43
Ol
September 15th, 2007 at 13:16
penso constantemente nisso, que até me assusta.
Penso que quero aproveitar minha vida, arriscar mais, antes que o pior aconteça, penso que não quero morrer muito velha, nem muito nova… e que quero ter histórias pra contar, sorrir ao lembrar de coisas que aconteceram, e não chorar. Ficar feliz porque fiz a diferença.
beijo, adorei o post!
September 15th, 2007 at 23:54
Eu penso muito nisto, principalmente quando tenho que tomar uma decisão. Antes de escolher eu penso: “Será que em meu leito de morte eu pensarei nesta atitude como algo que valeu a pena?”. É por isso que eu vivo o hoje como se fosse o último dia. Já falei muito disso no meu blog, pois o que importa é viver bem hoje. Por mais que as coisas estejam difíceis eu tento me importar com o momento em que estou vivendo.
Beijo e bom fim de semana!
September 16th, 2007 at 2:34
Valeu a pena repetir o texto…
No último dia de minha vida eu vou morrer. E na minha lápide é para escrever assim:
Morrer:
Foi a última coisa que me aconteceu.
E tenho absoluta certeza que é pouco provável que eu saia daqui vivo, até lá, viverei todos os dias como se fosse o último, certamente, qualquer dia acerto.
September 16th, 2007 at 20:24
Devemos viver sempre como se fosse o último dia… Mas apenas no bom sentido: amando como se não houvesse outro dia para viver…
September 17th, 2007 at 12:52
Eu não penso nas minhas atitudes como se elas fosem pesar no meu leito de morte. De forma alguma. Um dia após o outro, salto phynno e brilhante, dias de Hi-Fi e dias de Coca Zero. Dias farra e dias de meditação.
Todas as coisas só pra lembrar. Muito franca? Acho digno um porre com as amigas num dia frio pra squecer uma fossa. Também acho digno pedir forças a um ser supremo numa outra fossa!
Tudo deve ser experimentado. A diversão é boa. A disciplina tb. Ha momentos pra ser maluco e momentos pra te lucidez. Lucidez exagerada enlouquece.
Muito franca? Acho digno.
E dignidade é para poucos. Só para os fortes!
IT RULES!
September 17th, 2007 at 13:47
Este
September 17th, 2007 at 20:42
Dizer que tudo valeu a pena é ter certeza demais da inconstante vida. Mesmo em face dessa incerteza ainda é correto pensar que tudo que fizemos de bom ou ruim é aprendizado… é válido.
O que vale mesmo é consciência tranquila.. é dever cumprido com Deus, consigo e com os outros… o resto é supérfulo.
Agradeço pela visita ao AveSSo.. passa por lá.. tem coisa nova hoje.
Texto de hoje: Quatro da Mata…
Visite e Comente… http://oavessodavida.blogspot.com/
O AveSSo dA ViDa - um blog onde os relatos são fictícios e, por vezes, bem reais…
September 18th, 2007 at 12:59
Reflexões como essas, meu caro Fábio, infelizmente são feitas por poucos. Isso impede perspectivas melhores para o mundo. É, talvez, nosso papel, então, divulgá-las.
Grande abraço.
September 19th, 2007 at 0:48
Sempre digo pra mim mesmo: trate de aproveitar melhor a vida, moleque!!! Infelizmente, porém, passo horas de meu dia enfurnado em meu quarto pra estudar pros malditos concursos públicos da vida… as horas restantes, passo em frente ao computador, lendo blogs alheios e atualizando o meu tbm…
Agora, qto à vida… acho que só vou aprender a viver mesmo depois de passar num concurso, que é minha meta…
Se fosse pra mim morrer hoje mesmo, bem… creio que, ao menos, terei uma vida eterna digna, lá no Paraíso, com o Deus que sempre servi e nunca abandonarei
Até lá… vai tempo…
Abraços o/
September 19th, 2007 at 12:47
Eu li um comentario seu em outro blog dizendo que a bipolaridade pode ser frescura… Pois eu te convido a ler o meu blog e depois me dizer se você ainda acha isso… Não é fácil sabe!
Um beijo!!!
bipolarmemories.blog.com
September 19th, 2007 at 13:52
Zilly,
Bipolaridade PODE ser frescura, sim. Existem vários níveis de bipolaridade, e tenho visto muita gente usar a bipolaridade como desculpa para tudo.
Minha ex mulher é bipolar, minha mãe e minha irmã são bipolares. Então, eu sei que não é fácil, bem pelo contrário, é muito dificil. É uma doença e tem que ser tratada. Mas não se pode dizer que tudo é culpa da bipolaridade. Algumas coisas são reflexo da personalidade.
Beijão!
September 19th, 2007 at 15:35
Oi Fábio…
Gostei do texto… é bom pra refletir, colocar as idéias no lugar…
E viver intensamente e da melhor forma a cada dia…
É assim que as crianças vivem… brincam, riem, choram… tudo no mesmo dia… e é intenso… e se perguntamos a elas, se elas são felizes, as respostas são sempre positivas…
Por que será que quando crescemos não trazemos essa clareza delas né…
[em resposta ao seu coment no meu blog, prontim... seu nome ta na lista de quem vai voltar a ser criança junto comigo...rs]
beijos
coloquei um link daqui lá no meu bloguinho ta…
September 21st, 2007 at 6:53
Fabio, relativamente ao tema do post, deixo um comentário do nosso querido Charlie Chaplin:
“Eu,
Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra me proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, “quebrei a cara” muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaxonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta felicidade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)!
Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida … e você também não deveria passar! Viva!!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante.
Charlie Chaplin”
Abraços,
PS: Obg pelo conselho que deu no meu blog, valeu …